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Certeza de fazer bom negócio, a imobiliária Pedroso Imóveis está localizada na área central para melhor atende-los.
Estamos há 11 anos no mercado, com exclusividade na compra e venda de imóveis.
Aqui em nossa imobiliária virtual você poderá consultar todos os imóveis que se encontra a venda.
Compre e venda conosco, tranqüilidade e segurança.
Dicas para comprar seu imóvel com segurança
• Cuidados básicos na compra de um imóvel
• Documentos que o comprador deve exigir
• Despesas comuns
• Financiamento Imobiliário
Cuidados básicos na compra de um imóvel..............................................................................topo
Adquirir um imóvel residencial é, para a maioria das pessoas, um passo importante para garantir a segurança pessoal e da família com relação à moradia. Por isso, é um ato que exige muita reflexão e alguns cuidados que não podem ser negligenciados na hora da compra:
- Procure sempre visitar o imóvel durante o dia, se possível, com sol forte. Assim, você poderá identificar problemas e defeitos relativos à construção e, também, as condições de proteção ao calor (ou frio) que ele possa proporcionar.
- Não tenha pressa. Não encerre a visita antes de ter visto todos os cômodos, e não deixe de anotar todos os pontos favoráveis e desfavoráveis do imóvel.
- Verifique se há mofo, rachaduras, umidade e infiltrações nas paredes, portas, rodapés e fundo de armários. Veja se o sol bate pela manhã ou à tarde e se o imóvel é bem arejado.
- Verifique se a cozinha, banheiros e área de serviço são bem ventilados. Preste atenção nas instalações elétricas e hidráulicas, observando se são muito velhas, pois, se for o caso, você futuramente terá um custo com obras.
- Não deixe de saber o valor do condomínio, se há porteiro à noite, interfone, condições de garagem, a questão de animais no prédio, possíveis obras no condomínio, estado dos elevadores. Enfim, todas as condições de habitabilidade do prédio.
- Pergunte na vizinhança as condições de segurança do local, se há comércio nas proximidades, se há feira na rua, fácil condução. Avalie quanto às benfeitorias do imóvel (armários, box, janelas, divisórias, portas, rodapés, etc.), pois, dependendo, você poderá ter um gasto a mais. Caso tenha gostado de algum imóvel, marque uma revisita, se possível, com mais alguém para ajudar você a avaliar se está fazendo uma boa compra.
- Verifique se o imóvel não está em área de desapropriação, recuo ou investidura. Isto pode ser visto na prefeitura.
- Antes de sinalizar, peça a algum profissional (advogado, notários de cartório) da área de direito imobiliário que verifique a documentação: escritura do imóvel, registro do mesmo (verificando se há algum ônus que grave o imóvel) e as certidões do vendedor (averiguando se existe alguma ação que desabone a transação).
Documentos que o comprador deve exigir................................................................................topo
- Cópia da Escritura e do registro do imóvel junto ao cartório de registro de imóveis;
- Certidão Negativa de Débitos Condominiais (em caso de apartamento). Caso não estejam quitados, os débitos recairão sobre o novo proprietário;
- Certidão de propriedade com negativa de ônus com vintenária (situação do imóvel durante os vinte últimos anos);
- Certidões pessoais do vendedor em distribuidores civis, justiça federal, cartório de protesto e executivos fiscais devem ser verificados na cidade na qual se localiza o imóvel e na qual resida o vendedor, caso sejam diferentes;
- Certidão de Propriedade, com averbação da construção, em se tratando de casa. Senão, o novo proprietário corre o risco de estar comprando apenas o terreno e não a construção.
Despesas comuns...........................................................................................................................topo
- Pagamento da lavratura da escritura no Tabelionato de Notas.
- Valor do imposto de transmissão (ITBI), pago à prefeitura.
- Pagamento dos emolumentos do Cartório de Registro de Imóveis (registro de escritura). Salvo disposição em contrário, cabe ao vendedor o pagamento das despesas de corretagem e certidões. Ao comprador, cabe o pagamento das despesas de transmissão.
Financiamento Imobiliário - Caixa Econômica Federal............................................................topo
A Caixa é a gigante do segmento. Financiou, em 2000, 90% de todos os negócios imobiliários. A instituição financeira oferece três tipos de financiamento: a Carta de Crédito Caixa, a Carta de Crédito FGTS Individual e a Poupança de Crédito Imobiliário (Poupanção).
A Carta de Crédito FGTS é a linha de financiamento de imóveis com os juros mais baixos do mercado - 6% ao ano. Permite a compra de imóvel residencial, terreno e lote urbanizado, construção, reforma, ampliação e compra de material de construção para imóvel residencial. Esta linha, porém, é destinada apenas a famílias com renda de até R$ 2 mil.
Para as famílias com renda acima de 12 salários mínimos (R$ 2.160) a Caixa passou a oferecer, no começo deste ano, três novas linhas de financiamento através da Carta de Crédito Fat-Habitação. O limite máximo de financiamento é de R$ 180 mil para imóveis com valor máximo de avaliação de R$ 300 mil. A primeira linha destina-se a compra de imóvel na planta e pode ter até 80% dos recursos totais.
Já a segunda é voltada para quem pretende construir o próprio imóvel. Nestes dois casos, os recursos serão liberados de acordo com a evolução da obra e os juros cobrados serão de TJLP (taxa de juros de longo prazo, fixada pelo Banco Central), que está em 10%, mais 4% ao ano. E para aquisição de imóvel novo (pronto há até seis meses), a última modalidade oferecida pela Caixa estipula que o desembolso dos recursos será feito de uma só vez, e que os juros cobrados serão de TJLP mais 5,5% ao ano. Nesta linha, procurou-se garantir um benefício para as pequenas construtoras, que só conseguem vender o imóvel depois de pronto.
A Carta de Crédito Caixa é a linha de maior abrangência da Caixa, destinada a pessoas físicas, independentemente da faixa de renda. Nesta linha, cobram-se juros de 12% ao ano. A Carta de Crédito Caixa, porém, só permite o financiamento de imóveis residenciais novos - aquisição, conclusão, reforma ou ampliação e também a compra de terreno. Quem quiser financiar imóveis usados, terá de optar pelo Poupanção, caso o imóvel e a renda da pessoa ultrapassem os limites da Carta de Crédito FGTS, que tem juros mais baixos. (Modalidade temporariamente suspensa pela Caixa).
O Poupanção é uma linha de crédito concedida a quem comprova capacidade de poupança. Durante 12 meses, o candidato deve efetuar um depósito em uma conta poupança especialmente criada para esta finalidade. No fim do período, o poupador poderá financiar até 100% do valor do imóvel. As demais condições são idênticas à da Carta de Crédito Caixa (Modalidade temporariamente suspensa pela Caixa).
A Caixa Econômica Federal também permite financiamentos de até 20 anos, um dos prazos mais longos do mercado. Desde novembro de 2000, todos os novos contratos feitos pela Caixa Econômica Federal (com exceção da Carta de Crédito FGTS) saem pelo Sistema de Financiamento Imobiliário, o SFI. Também é a única que oferece o Sistema de Amortização Crescente (Sacre), um sistema de amortização em que se abate mais rapidamente o saldo devedor.
Representantes da Caixa também estudam um sistema de classificação de risco de crédito. Por esse sistema, o tomador do crédito poderá pagar mais ou menos juros, de acordo com o risco de inadimplência em que se enquadrar. Desse modo, o candidato classificado como risco "A" pagaria a menor taxa de juros. Quem se enquadrasse no risco máximo - "H" - também arcaria com a taxa máxima de juros. No item Habitação da página da Caixa na Internet, é possível encontrar todos os tipos de financiamento que o banco oferece.
É possível fazer simulações para ver quanto você vai pagar de prestação no site do banco: http://www.caixa.gov.br
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